quinta-feira, 9 de julho de 2026

A Excursão do Chefe do Estado a Muquy em 1929

A Excursão do Chefe do Estado a Muquy

O sumptuoso banquete realizado na Fazenda “Pedra Negra” — Os discursos — O “Diario da Manhã” promove a eleição da rainha da festa — Visitas ao Banco do Espírito Santo, ao Grupo Escolar e as Fazendas “Bôa Esperança”, “Santa Rita” e “São Francisco” — O regresso do Presidente Aristeu Aguiar e sua comitiva

O nosso preclaro Presidente encerrou hontem a sua visita ao municipio de Muquy, onde teve ensejo de receber das autoridades, dos commerciantes, dos banqueiros e de todo o povo, emfim, as mais carinhosas manifestações, que não foram apenas um gesto de deferencia á sua elevada investidura mas sobretudo uma sincera e enthusiastica expressão dos sentimentos de sympathia que todos nutrem pelo Presidente Aristeu Aguiar.

S. exa. regressa confortadissimo pelas demonstrações de carinho tributadas de modo tão significativo pelo povo muquyense.

O banquete na Fazenda “Pedra Negra”

MUQUY, 8 — Não foi um simples jantar, como annunciei, mas um authentico banquete o que offereceu ao nosso illustre Presidente o proprietario da “Fazenda Pedra Negra” cel. Francisco Borges. E esse banquete foi um deslumbramento. A mesa para cincoenta talheres, em forma de H foi armada no esplendido jardim que occupa toda a face lateral do Palacete de residencia da Fazenda, ficando entre pés de rosas “Fran”, “Principe Negro” e “Fausto Cardoso”, todos illuminados, o que dava um aspecto impressionante.

Na esplanada fronteira ao Palacete, onde ha uma interessante Gruta de Lourdes, a illuminação era profusa e em frente, na collina, estava brilhando o cruzeiro todo illuminado tambem.

A noite era de um luar que poderemos chamar brasileiro, pela sua expressão de magia.

Na noite de luar, magnifica noite brasileira, era maravilhoso o scenario de civilização: — a orchestra, os enormes reflectores de luzes coloridas, o lindissimo parque da fazenda, formavam um ambiente opulento de inedita belleza.

Era realmente indizivel o encanto da paysagem nocturna naquelle ambiente requintado.

Sentaram-se á mesa, além do Presidente Aristeu Aguiar e da familia Francisco Borges, o prefeito Vieira da Fraga, os srs. Secretarios da Fazenda e da Agricultura José Vieira Machado e dr. Ormando Aguiar e os demais membros da comitiva presidencial, os vereadores á Camara Municipal e personalidades de destaque nos meios bancarios, commerciaes e agricolas do municipio.

Foi servido um finissimo cardapio.

Ao champagne, ergueu-se o brilhante advogado dr. Carlos Sá, que offereceu o banquete ao Presidente Aristeu Aguiar, em nome do cel. Francisco Borges Ribeiro. Foi um discurso empolgante.

O nosso Presidente, vivamente emocionado, disse que numa festa como aquella tão brilhante, não se póde agradecer. O silencio parece mais expressivo, perpetuando a recordação.

Depois o nosso confrade Elpidio Pimentel levantou o brinde de honra a mulher brasileira na pessôa da Sra. Francisco Borges.

Realizou-se depois o baile no salão de visitas do palacete da Fazenda, tocando a magnifica orchestra dirigida pelo maestro dr. Ernesto de Castro.

Foi uma festa de um fulgor incomparavel.

Promovi pelo “Diario” a eleição da “Rainha” da noite, sendo vencedora a gentil senhorinha Denina Ferreira.

Pela madrugada regressamos á cidade.

Visitas a outras Fazendas

MUQUY, 8 — O Presidente Aristeu Aguiar visitou hoje cedo a fazenda “Bôa Esperança”, de propriedade do sr. Alcino Vieira Machado, onde lhe foi offerecida uma mesa de finos doces.

Em nome do proprietario da Fazenda o tenente Souza Moraes brindou o Presidente, que agradeceu, elogiando o esforço e a dedicação do proprietario da Fazenda.

Em seguida s. exa. visitou a Fazenda “Santa Rita”, do cel. João Lobato Galvão de São Martinho, que é uma propriedade agricola muito bem apparelhada.

Visitou tambem a Fazenda do Prefeito Vieira da Fraga e do cel. Matheus Paiva, que é o presidente do Syndicato Agricola de Muquy e um influente politico.

O Presidente Aristeu Aguiar visitou mais a Fabrica de Manteiga, percorrendo as diversas secções e mostrando-se bem impressionado pelo que viu.

Esteve s. exa. tambem em visita ao Grupo Escolar e á agencia do Banco do Espirito Santo.

A partida para Victoria está marcada para as 16,30, devendo chegar o trem em Argolas á 1 hora da madrugada.

O regresso do Presidente Aristeu Aguiar e sua comitiva

O trem especial em que viajou, com a sua distincta comitiva, o nosso illustre Presidente dr. Aristeu Aguiar, chegou a Argolas ás 3 e 50 da madrugada, quando estava quasi encerrado o nosso serviço de composição.

Apesar da hora, compareceram á Leopoldina as nossas autoridades e muitos amigos do Presidente, que foram levar a s. exa. os votos de bôas vindas.

O “Diario da Manhã” sauda o eminente Chefe do Estado e apresenta bôas vindas a s. exa. e sua comitiva.

Pesquisa realizada por: Guilherme Airão Ferreira (Acervo Memoriapé)

Fonte: Diario da Manhã
Estado do Espírito Santo — Victoria
Quarta-feira, 9 de outubro de 1929
Ano XXIII — Nº 2156

Fotos:


terça-feira, 11 de novembro de 2025

Casa da Cultura de Iúna: o Palacete Municipal de 1914 que preserva a história da cidade

A Casa da Cultura de Iúna, localizada na região do Caparaó, é um dos principais patrimônios históricos e culturais do município. Inaugurada em 1984, a instituição nasceu do empenho de moradores e lideranças locais que desejavam preservar a história e as tradições da cidade.

Inicialmente, a Casa da Cultura Iunense (CCI) funcionou provisoriamente em uma residência no centro, onde morou a primeira professora do município, Julieta Antônio, até ser transferida para a sede definitiva — o histórico Palacete Municipal, construído em 1914.

O Palacete Municipal foi, ao longo de décadas, sede da Prefeitura, da Câmara de Vereadores e do Fórum de Iúna, reunindo os três poderes locais sob o mesmo teto. Em reconhecimento à sua relevância histórica e arquitetônica, a edificação foi tombada como patrimônio municipal pela Lei nº 1.117/86.

Além de ter abrigado importantes instituições públicas, o imóvel também foi palco de eventos marcantes e festas tradicionais da comunidade. 

Atualmente, o espaço abriga um museu histórico com um acervo que retrata parte da trajetória da cidade. Entre os itens estão antigos aparelhos de comunicação — como televisores, rádios, telecines, interfones e celulares — além de mobílias e utensílios antigos, como carteiras e uniformes escolares, cristaleiras, penteadeiras, máquinas de costura, ferros de passar a carvão, relógios, troféus e cédulas de dinheiro fora de circulação.
No mesmo local, funciona também a biblioteca municipal, aberta à comunidade.

Histórico do Palacete

Construído no início do século passado, o edifício foi inaugurado em 1914 como Palacete Municipal, durante a gestão do então prefeito José Antônio Lofego. Até 1970, o espaço abrigou os três poderes do município: Executivo, Legislativo e Judiciário. Com a construção do Fórum, o Judiciário passou a ter sede própria; em 1980, foi a vez da Prefeitura se transferir para um novo prédio, permanecendo o Legislativo até 2003, quando a Câmara Municipal inaugurou sua nova sede, ao lado do Banco do Brasil. Desde então, o imóvel abriga oficialmente a Casa da Cultura e a Biblioteca Municipal de Iúna.

Texto e Pesquisa: Guilherme Airão 

Imagens: Acervo Pessoal e Internet


domingo, 12 de outubro de 2025

Homenagem para Augusto Mariano Neto

Em reconhecimento à trajetória de trabalho, fé e dedicação comunitária, o nome de Augusto Mariano Neto foi eternizado por meio do Projeto de Lei nº 36/2025, aprovado pela Câmara Municipal de Iúna.

De autoria do Vereador Admilson de Sousa, o projeto foi sancionado pelo Prefeito Municipal e determina, em seu Artigo 1º, que o espaço localizado na Rua Galaor Rios, nº 315, Centro, Iúna/ES, passa a denominar-se “Centro Multiuso Augusto Mariano Neto”.

A lei foi sancionada em 08 de setembro de 2025, marcando oficialmente o reconhecimento público a um cidadão exemplar que dedicou sua vida à agricultura, à fé e ao desenvolvimento de sua comunidade.

A Procuradoria da Câmara Municipal de Iúna emitiu parecer favorável à proposta, destacando sua legalidade e constitucionalidade, conforme o artigo 34, inciso XIV, da Lei Orgânica Municipal, que atribui ao Poder Legislativo a competência para denominar próprios, vias e logradouros públicos.

Essa homenagem simboliza a gratidão de Iúna por um homem que deixou marcas profundas na história do município, inspirando gerações com seu exemplo de trabalho, humildade e amor ao próximo.

Trajetória de Vida

Nascimento e Origem
Augusto Mariano Neto nasceu em 24 de abril de 1930, na residência de seus pais, Antônio Mariano Ricarte e Maria Augusta da Silva, no Córrego Recreio, localidade que mais tarde passou a ser conhecida como Comunidade Figueira, no município de Iúna.

Desde cedo, destacou-se pelo espírito trabalhador, pela fé e pelo compromisso com o próximo — valores que o acompanharam por toda a vida.

Família e Valores

Augusto Mariano Neto foi casado com Amélia Mariana Mariano, companheira dedicada e de grande importância na vida familiar.
Juntos, construíram uma família baseada em princípios de união, fé e trabalho. Amélia teve papel essencial no apoio à agricultura familiar, trabalhando lado a lado com o esposo nas atividades do campo e no sustento da casa.

O casal teve os seguintes filhos:
Maria de Fátima Mariano Rodrigues, Carlos Alberto Mariano, Teresa Cristina Mariano da Silva, José Antônio Mariano, Irmã Maria José da Santíssima Trindade, José Augusto Mariano e Rita de Cássia Mariano Ramos.

A família sempre se manteve unida pelos valores deixados por Augusto e Amélia — fé, honestidade, trabalho e amor à terra.

Atuação Comunitária e Religiosa

Profundamente ligado à Igreja Católica, Augusto foi Congregado Mariano e chegou a presidir a Congregação Mariana.
Teve papel fundamental na construção da Igreja Católica de Santo Antônio de Pádua, na comunidade da Figueira, onde participou ativamente das atividades religiosas e comunitárias.

Seu envolvimento com a fé ia além das paredes da igreja — ele era conhecido por ajudar os vizinhos, apoiar causas sociais e incentivar a união entre os moradores da comunidade.

Vida Profissional e Compromisso Social

Com uma trajetória marcada pelo trabalho e pelo compromisso social, Augusto Mariano Neto exerceu diversas funções de destaque:

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais

Delegado do Sicoob

Procurador da Santa Casa de Misericórdia de Iúna

Agricultor

Feirante

Em cada uma dessas atividades, demonstrou honestidade, responsabilidade e espírito comunitário, sendo reconhecido como uma liderança natural e respeitada por todos.

A Fundação da 1ª Feira do Produtor

Entre suas contribuições mais significativas está a participação na fundação da 1ª Feira do Produtor de Iúna, que começou de forma simples, com apenas 10 barracas, cada uma representando um produtor familiar.

Inicialmente, a feira funcionava aos sábados, a partir das 5h da manhã, em frente ao Prédio da Prefeitura Municipal de Iúna.
O senhor Augusto Mariano Neto esteve presente desde o início, vendendo pó de café, feijão, juba e rapadura — produtos típicos e muito apreciados pelos consumidores locais.

Com o passar dos anos, a feira foi transferida para a frente do Fórum Desembargador Waldemar Pereira e posteriormente para a Praça do Ginásio de Esportes Romeu Rios, e após uma reunião entre os produtores, passou a acontecer às sextas-feiras, a partir das 15h, facilitando a participação dos feirantes e do público. Essa decisão marcou uma nova fase de crescimento e organização da feira, que se tornou símbolo da agricultura familiar em Iúna.

Hoje, o legado de Augusto Mariano Neto como feirante continua vivo através de seu filho José Augusto Mariano e sua família, que seguem atuando na feira, preservando os valores e o exemplo deixados por ele.

Legado

Augusto Mariano Neto é lembrado como um homem de fé, trabalho e liderança, cuja trajetória se confunde com a própria história da comunidade da Figueira e do município de Iúna.

O Centro Multiuso que leva seu nome é mais do que uma homenagem: é um marco da gratidão e do reconhecimento a uma vida dedicada à família, à agricultura, à fé e ao bem comum.
Seu exemplo permanece vivo nas ações de sua família e na memória de todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Pesquisa realizada por: Guilherme Airão Ferreira (Acervo Memoriapé)

Fotos:










terça-feira, 22 de julho de 2025

Nas Alturas do Caparaó

Nas Alturas do Caparaó
Excursão Histórica ao Pico da Bandeira - 1926

Em 1926, uma expedição ousada ganhou destaque nas páginas do jornal O Malho (Rio de Janeiro): uma jornada ao Pico da Bandeira, então considerado o ponto mais alto do Brasil. Localizado na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo, no coração do Parque Nacional do Caparaó, o pico atinge imponentes 2.892 metros de altitude, sendo hoje reconhecido como o terceiro ponto mais alto do país, atrás apenas do Pico da Neblina e do Pico 31 de Março, ambos no Amazonas.

Naquela época, o acesso era extremamente difícil, feito por trilhas rudimentares e longas cavalgadas por entre a mata atlântica densa da Serra do Caparaó. A aventura, além de pioneira, marcou o início do interesse nacional pelo ecoturismo e pelas belezas naturais das montanhas do sudeste brasileiro.

quarta-feira, 16 de julho de 2025

Pic-Nic em 1905, de pessoas da elite de Muquy-ES

Jornal O Malho (RJ) - 1905





Título: Em S. João do Muquy (Estado do Espírito Santo) - Um pic-nic, onde se achavam diversas famílias da elite muquyense, e o agente do O Malho, Sr. Geraldo Vianna

domingo, 13 de julho de 2025

A Vida Selvagem - Conceição de Muquy - 1903

Texto escrito com o português da época:

A vida primitiva:

No districto de Conceição do Muquy, municipio de Campos, existe um logar denominado. Forquilha, que consta de um espesso bosque de mais de duas leguas quadradas. Nessa matta, onde o achado das florestas jamais penetrou, habita um ser humano, hospede das onças, e de outros animaes perigosos

Chama-se, diz uma folha de Campos, José Alexandre de Araujo, que, abandonando o convivio social, embrenhou-se na matta, numa toca de pedra, onde fez a sus morada e onde reside há mais de dez annos.

Segundo informações prestadas á Gazeta do Povo por diversos caçadores que encontraram aquella habitação primitiva, o sr. Alexandre de Araujo só se sustenta de fructas silvestres e raizes, e só sae da matta para se prover unicamente de fubá de milho, alimento de que só utiliza no estado crú.

Jornal Pharol (MG) - 1903
Pesquisa: Guilherme Airão



 *Imagem Ilustrativa Criada por Inteligência Artificial do Sr. José Alexandre de Araújo.






*Recorte da matéria do Jornal Pharol (MG) - 1903

domingo, 13 de abril de 2025

Jornalismo em Goyaz






Título: Jornalismo em Goyaz

"Da direita para a esquerda - sentados: Dr. Leopoldo de Souza, capitão - médico do Exército e radactor do Goyaz; d. Cora Coralina, escriptora; Dr Cantidio Bretas, chefe de policia do Estado; em pé: Joaquim Bonifácio, poeta e redactor da A Semana; Dr. Nuno Pinheiro de Andrade, procurador fiscal da delegacia e lente do Lyceu, actualmente official da Procuradoria Geral da Fazenda Pública no Thesouro Nacional; Eurico Corad, (nosso distincto collaborador) poeta e escriptor, promotor público da Capital".

Jornal: O Malho (RJ) - 1911

Breve biografia dos presentes na foto:


*Dr. Leopoldo de Souza : Leopoldo Machado de Souza Barbosa, nascido em 30 de setembro de 1891, foi um multifacetado jornalista, professor, escritor, poeta e compositor brasileiro. Ele teve um papel significativo na divulgação do Espiritismo e, em 1927, fundou o Colégio Leopoldo em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Leopoldo organizou eventos importantes para a unificação do Espiritismo no Brasil e faleceu em 22 de agosto de 1957.

*Cora Coralina : Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida como Cora Coralina, nasceu em 20 de agosto de 1889 em Goiás Velho. Com uma trajetória marcada por desafios, ela começou a escrever aos 14 anos e publicou seu primeiro livro, "Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais", aos 75 anos, em 1965. Sua obra retrata a vida rural e a cultura brasileira, especialmente as questões femininas. Cora Coralina faleceu em 10 de abril de 1985, deixando um legado literário significativo.

*Dr. Cantidio Bretas : Cantidio Bretas foi o marido de Cora Coralina e desempenhou um papel importante em sua vida, apoiando sua carreira literária. Embora haja informações limitadas especificamente sobre ele, seu vínculo com Cora destaca sua importância em sua trajetória. O casal viveu em Jaboticabal, onde Cora escreveu sobre suas experiências até sua morte em 1985.

*Joaquim Bonifácio : Nascido em 3 de setembro de 1815, Joaquim Bonifácio do Amaral foi um influente fazendeiro e político brasileiro, conhecido por seu ativismo abolicionista. Ele foi um dos primeiros a adotar o trabalho livre em sua fazenda e libertou seus escravos em 1875. Membro da Cavalaria da Guarda Nacional, Bonifácio também foi vereador, vice-governador de São Paulo e recebeu o título de barão em 1876. Ele faleceu em 6 de novembro de 1884.

*Dr. Nuno Pinheiro de Andrade : Este Dr. Nuno Pinheiro de Andrade é um renomado cirurgião geral especializado em cirurgia endócrina. Ele é coordenador da Unidade de Tireoide no Hospital CUF Descobertas em Lisboa e tem uma carreira extensa na cirurgia, atuando em várias instituições de prestígio. Ele é membro ativo de várias sociedades científicas e contribuiu para o campo através de publicações e organização de eventos.

*Eurico Corad : As informações disponíveis sobre Eurico Corad são escassas, mas ele é mencionado como poeta, escritor e promotor público, colaborando com a literatura e a justiça em Goiás. Não foram encontrados detalhes adicionais sobre sua vida ou carreira.



Pesquisa: Guilherme Airão

(ACERVOMEMORIAPÉ)

A Excursão do Chefe do Estado a Muquy em 1929

A Excursão do Chefe do Estado a Muquy O sumptuoso banquete realizado na Fazenda “Pedra Negra” — Os discursos — O “Diario da Manhã” promove a...